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É com imenso prazer e orgulho que A Chinesa, neste dia de Primavera antecipada, saúda todas a mulheres trabalhadoras, camaradas e amigas que lutaram por um mundo mais justo para as mulheres e para todos. A Chinesa considera o 8 de Março uma vitória preciosa das mulheres e uma justa, e merecida, homenagem da comunidade internacional ao valor insubstituível e inegável da Mulher. A Chinesa relembra que o Dia Internacional da Mulher é um símbolo da luta por um mundo melhor, mais justo e igual para todos que nunca deve ser esquecido. Neste dia também há que relembrar que apesar dos direitos conquistados pela Mulher ainda há muito trabalho a fazer, designadamente no tráfico de mulheres e na igualdade de salários entre o homem e a mulher, pelo que é necessário a Mulher não se deixar embriagar pela ilusória sensação de igualdade.

A Chinesa aproveita também este glorioso dia para comunicar que condena veementemente o jornal português Público de ser simpatizante das políticas criminosas e imperialistas americanas, isto porque A Chinesa não pode continuar a ser cúmplice dos jornalistas do Público quanto às posições pró-imperialistas em relação ao Médio Oriente, e também não pode tolerar mais o sensacionalismo/histerismo dos artigos em relação à “situação” humanitária na República Democrática Popular da Coreia, que revelam uma imperdoável falta de profissionalismo. Por estas razões A Chinesa deixará de ler, comprar e comentar o jornal Público considerando-o a partir de hoje um inimigo do socialismo e do comunismo. Lamentavelmente, A Chinesa não pode sequer recomendar o Público como papel higiénico porque os novos “génios” do design decidiram meter-lhe agrafos, resultado: o Público nem para limpar o cú serve.

A Chinesa
8.3.2012

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