Etiquetas

, , , ,

Liberdade de imprensa

“Os novos “donos” da comunicação social” são hoje “agentes da indústria, do comércio, da nova economia e, principalmente, da finança”, que tratam de inserir a informação e a programação “em marcas e estratégias empresariais”, para “o cumprimento de um objectivo: assegurar a emissão de uma mensagem estrategicamente favorável a um estilo, a uma economia, a uma política, de defesa dos seus outros negócios”. A observação foi feita pela CGTP-IN, num comunicado em que assinalou o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a 3 de Maio. A central associou-se à mensagem divulgada nesse dia pela Sindicato dos Jornalistas, “designadamente no que se refere ao crescente agravamento das condições laborais dos jornalistas, às centenas de despedimentos e à intensificação da precariedade”, e partilha a afirmação do SJ de que “a informação é um bem público inestimável”.

O Sindicato dos Jornalistas reafirmou “a decisiva importância dos serviços públicos de comunicação social – de agência noticiosa, de rádio e de televisão – que o Governo e a maioria parlamentar querem desmantelar, com o pretexto demagógico da crise, mas visando cumprir uma agenda neoliberal de privatizações a todo o custo”.

Fonte Jornal Avante! 10.5.1012 

Anúncios