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Luís Cília – O que menos importa 

O que menos importa é o fato surrado
Afinal cada qual tem o seu próprio fado.

Comer um vez por dia não tem importância
É até um bom preceito de elegância.

Recear a prisão a pancada as torturas,
Ora quem os manda meter-se em aventuras.

Não chegar o dinheiro para pagar o aluguer,
Nem para ir ao cinema nem para ter mulher.

Disparates doutra forma o poder cai na rua
E lembrem-se senhores a revolução continua.

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